Os reparos em armas de acervo de Colecionador somente poderão ser executados na indústria ou em armeiros registrados no Exército, sendo proibida a alteração das características originais. O Colecionador pode realizar tiro com arma de coleção em demonstrações, testes, experiências ou em datas comemorativas. As condições de segurança exigidas serão comprovadas por vistoria realizada pelo SFPC/RM ou SFPC/GU, mediante determinação do Comandante da Região Militar.
O cenário das armas de fogo no Brasil: disciplina e conhecimento
Acervos particulares frequentemente ganham relevância pública, sendo utilizados em estudos, exposições e publicações. Armas que já não disparam ainda têm muito a ensinar — sobre guerras, tecnologia, política e identidade cultural. A loja Casa do Pescador Jataí, de Jataí (GO), reforça que, mais do que colecionar, é necessário assumir compromissos com a preservação, a legalidade e a segurança do acervo. Mesmo para modelos permitidos, é preciso seguir processos administrativos rigorosos, que incluem solicitações formais, comprovação de procedência e, em casos específicos, apresentação de laudos de valor histórico.
Para muitos colecionadores, o valor de uma arma vai além de seu preço no mercado. A história que uma peça carrega, seja por ter sido usada em um contexto militar importante ou por sua fabricação limitada, é o que muitas vezes atrai os entusiastas. Investir em armas, nesse sentido, não é apenas uma questão financeira, mas uma busca por possuir um pedaço de história. A questão é complexa, e como em qualquer outro tipo de investimento, os riscos precisam ser cuidadosamente considerados. Armas podem ser vistas como itens de valor, com peças raras sendo altamente valorizadas em leilões, mas ao mesmo tempo, o mercado sofre influências de regulamentações legais e oscilações de demanda.
Em 1830, já, com o Brasil independente, tivemos o chamado Código Criminal do Império. A partir daí, vamos seguir nossa linha do tempo (ainda bem simplista) para termos uma noção do que historicamente tem ocorrido em termos legislação brasileira sobre arma de fogo. Diferentemente de quem adquire armas para defesa pessoal ou uso esportivo, o colecionador busca peças com valor simbólico. Esses itens não são escolhidos por sua eficiência prática, mas por aspectos como raridade, período histórico, fabricante, função original ou tipo de tecnologia empregada.
- Leiloeiros, filiados a uma associação de colecionadores de âmbito estadual ou nacional, poderão registrar-se no Exército, com a finalidade específica de promoverem leilões de acervos de coleção, para colecionadores registrados.
- Assim sendo recomendamos sejam as armas sem numeração apostiladas junto ao DFPC.
- O caçador, por sua vez, precisa considerar o tipo de animal, ambiente e distância média de disparo ao escolher seu equipamento.
- Nunca apontar para alguém, manter descarregada até o uso, usar equipamento de proteção e manter fora do alcance de crianças.
Armas como ferramenta de poder no Brasil Colônia
No caso de dúvida perante a situação acima, deve o colecionador fazer uso tal procedimento e protocolá-lo junto ao DFPC de sua RM, questionando sobre a necessidade ou não de registro de determinada arma. Recomenda-se armas de fogo paraguai fazer o procedimento através de advogado, juntando fotos da peça e suas descrições o mais detalhadamente possível. Interessante ser a arma periciada por outro colecionador credenciado junto a SFPC. VI Categoria F – armamento pesado e viaturas militares blindadas com armamento. O Colecionador que já possuir armas longas semi-automáticas de calibres de uso restrito, fabricadas há menos de 50 anos, devidamente registradas, poderá mantê-las em sua coleção, transferi-las a outro Colecionador, ou recolhê-las ao Exército.
As coleções de armas podem incluir uma vasta gama de categorias, como pistolas, rifles, espingardas e armas históricas. Cada tipo de arma pode ter suas particularidades e características que atraem colecionadores. Por exemplo, armas de fogo antigas podem ser valorizadas por sua raridade e história, enquanto armas modernas podem ser coletadas por suas inovações tecnológicas e design. A diversidade de armas disponíveis para colecionamento é um dos fatores que tornam essa prática tão fascinante. Se você sempre sonhou em ser um colecionador de armas e está interessado em se envolver com clubes de tiro, você está no lugar certo. Este guia completo foi elaborado para ajudá-lo a entender melhor o mundo da coleção de armas e como os clubes de tiro podem enriquecer essa experiência.
Montar uma coleção é, portanto, organizar um pequeno museu pessoal — onde a lógica não é utilitária, mas simbólica. Ao reunir diferentes modelos, marcas e origens, o colecionador constrói um painel da evolução armamentista, contribuindo para a preservação de um patrimônio muitas vezes esquecido. O colecionismo armamentista, embora por vezes mal compreendido, é uma atividade legalmente reconhecida no Brasil e envolve muito mais do que simplesmente possuir objetos antigos. Representa o esforço de manter vivas memórias, tecnologias e contextos que marcaram a evolução da sociedade. No Brasil, essa atividade é regulamentada e atrai um número crescente de entusiastas interessados em conservar peças de valor cultural, técnico e histórico. “Submetemos à consideração de Vossa Excelência o anexo projeto de medida provisória que ‘Prorroga os prazos previstos nos arts.
É vital compreender as normativas vigentes e seu impacto na sociedade. Este texto visa fornecer um overview acerca do porte de armas no Brasil. Oferecerá ao leitor fundamentos para uma análise aprofundada da legislação e suas repercussões.
Nesses casos, o colecionador pode recorrer a instituições como o Iphan, museus públicos ou entidades estaduais de patrimônio, além do próprio Comando do Exército, para emissão de laudos técnicos. O laudo precisa ser comunicado às autoridades militares no prazo de até 30 dias e integra o controle oficial dos acervos. Cada aquisição necessita de autorização do Exército e, em alguns casos, é obrigatória a apresentação de um laudo técnico que comprove o valor histórico ou técnico da peça. Bem, feita a extensa “linha do tempo”, é possível que tenha escapado algum dispositivo normativo tratando sobre arma de fogo.
A nova legislação estipula que os detentores devem estar integralmente informados sobre as normas. Este processo assegura que só indivíduos apropriadamente qualificados obtenham o direito de porte. O colecionismo de armas inclui, em muitos casos, a preservação de munições.
Por que se Tornar um Colecionador de Armas?
A tecnologia também vem sendo incorporada às armas, com dispositivos eletrônicos que ajudam a medir precisão, sensores de pressão e sistemas de segurança integrados. Tudo isso torna o uso mais eficiente, confortável e, principalmente, mais seguro. Com o aumento de CACs em todo o país, os clubes de tiro ganharam protagonismo.
Trata-se da PORTARIA nº DMB, DE 25 DE OUTUBRO DE 2000 (ainda em vigor) que aprova as Normas que Regulam as Atividades dos Colecionadores de Armas, Munição, Armamento Pesado e Viaturas Militares. Esses laudos contribuem para a padronização da prática, alimentam os bancos de dados nacionais e garantem que o colecionamento continue sendo uma ferramenta de preservação legítima. Pessoas físicas maiores de 25 anos podem se tornar colecionadores, desde que obtenham o Certificado de Registro (CR), emitido pelo Comando do Exército.
No entanto, nem sempre o valor sentimental se traduz em um retorno financeiro palpável. Assim, é crucial diferenciar entre o apego emocional e o real potencial de valorização antes de investir. O desrespeito às leis vigentes tem efeitos adversos na coletividade. Incidentes de má utilização de armas, sendo objeto de ampla divulgação midiática, elevam o temor na sociedade. Esses eventos frequentemente catalisam discussões acerca da implementação de legislações mais estritas.