A brincadeira é uma metodologia de aprendizagem que auxilia no ensino dos conteúdos escolares, pois ao brincar a criança aprende sem medo de errar se socializando através da convivência com o outro. As brincadeiras são de fundamental importância para os alunos da educação infantil, pois contribuem para o desenvolvimento da saúde física, emocional e intelectual da criança. O jogo possibilita a aprendizagem, aguçando a criatividade, o pensar, raciocinar, descobrir, persistir, interagir, socializar, criar e recriar. Através de jogos é possível que a criança tenha uma dimensão de tempo, quantidade e compreensão da sequência. O jogo serve como forma de equilíbrio entre a criança e o mundo (CORREA; BENTO [s/d], p.2). As atividades lúdicas na educação infantil, proporciona a criança, divertimento e aprendizagem, pois durante a atividade a criança precisa pensar e agir assim se desenvolve e aprende brincado.
A interação entre as substâncias que ingerimos e o funcionamento adequado deste sistema é um tema de grande importância, especialmente em um mundo onde a saúde mental e física se tornam cada vez mais correlatas. A compreensão dos impactos das substâncias psicoativas no sistema nervoso é vital, não apenas para a saúde individual, mas no contexto sociocultural mais amplo. Assim, este plano de aula se propõe não apenas a abordar o funcionamento do olho, mas a tecer uma rede de conhecimentos que articula ciência, saúde e cultura de maneira significativa e enriquecedora. Além disso, o plano pode abrir portas para discussões interdisciplinares, envolvendo não apenas a área de linguagens e suas tecnologias, mas também ciências humanas e outras disciplinas.
Pois o lúdico desperta no aluno o desejo do saber, ou seja, do aprender desenvolvendo sua personalidade, pois cria conceitos e relações lógicas de socialização o que é de suma importância para seu desenvolvimento pessoal e social. Em virtude do exposto acima se pode dizer que o lúdico na educação infantil é um poderoso aliado metodológico do professor que ensina brincando sem imposições e cobranças tornando a aprendizagem um prazer. Malaquias; Ribeiro (2013), esclarece que por meio da brincadeira, a criança experimenta, descobre, inventa, adquire habilidades, além de estimular a criatividade, autoconfiança, curiosidade, autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração.
O foco deve ser a troca de ideias e a construção de um entendimento coletivo sobre a importância de combater o racismo e a discriminação. Essas sugestões visam complementar o aprendizado e reforçar a importância da generosidade em um contexto lúdico e envolvente, favorecendo a expressão criativa e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais essenciais na formação dos alunos. Por fim, a reflexão sobre a generosidade pode ser incluída nas regras de convívio da sala de aula, onde os alunos estabelecem juntos o que significa ser um amigo generoso e como essas ações afetam a dinâmica da turma. Essa abordagem contínua ajudará os alunos não apenas a praticar a generosidade, mas também a se tornar agentes de mudança em suas comunidades. Além de fortalecer os vínculos entre as pessoas, a generosidade também gera um ciclo positivo, onde atitudes altruístas inspiram outros a agir de forma semelhante. Ao promover um ambiente generoso, podemos contribuir para a formação de comunidades mais unidas, solidárias e colaborativas.
O objetivo do jogo e oferecer oportunidade de satisfazer a curiosidade dos alunos através de momentos de interação, diversão e raciocínio. Soares (2010, p. 18), explica que o jogar é algo natural e universal do ser humano, compreende atividade que proporciona alegria, divertimento, prazer para o que está envolvido na ação, além de ajudar no desenvolvimento físico, intelectual, emocional, social do sujeito. Negrine (1997, p.44) explica que a palavra jogo apresenta significados distintos uma vez que pode ser entendida desde os movimentos que a criança realiza nos primeiros anos de vida agitando os objetos que estão ao seu alcance, até as atividades mais ou menos complexas. Antunes (1998 p. 11) complementa que, a palavra jogo é um substantivo masculino de origem latina.
“Plano de Aula: Combatendo Racismo e Discriminação no Ensino”
Segundo Romanowski (2003), os movimentos pela valorização da educação e da escolarização da população foram determinantes na década de 1920. Várias reformas foram empreendidas nos cursos normais, entre elas destacam-se as realizadas por Lourenço Filho, no Ceará, por Anísio Teixeira, na Bahia, por Carneiro Leão, em Pernambuco, por Fernando de Azevedo, no Distrito Federal, por Francisco Campos e Mario Casassanta, em Minas Gerais, dentre outras. Na estrutura do algoritmo de divisão por ordens (usualmente empregado na escola básica), a operação é efetuada em passos determinados pelas ordens decimais do dividendo. Na estrutura do algoritmo da divisão por estimativas, a operação é efetuada por meio de decomposições do dividendo dadas por estimativas sucessivas para o quociente. Se argumentamos sobre que algoritmo é “melhor” da perspectiva do conhecimento de conteúdo per se, possivelmente, o mais relevante será o fato de que algoritmo por ordens é o “ótimo”, no sentido em que conduz ao resultado em um número mínimo de passos.
História
Apenas uma graduação de quatro ou cinco anos é o bastante para formar docentes altamente qualificados para atuar em uma das mais importantes missões? A formação oferecida por essas escolas priorizava um currículo centrado nos conteúdos da escola elementar e compreendia a formação pedagógica em uma disciplina (Pedagogia ou Métodos de Ensino). O curso tinha duração de dois anos e era ministrado por um ou dois professores para todas as disciplinas propostas. O conceito de identidade docente envolve tanto o pessoal como o coletivo desse profissional.
Formação Docente
Assim sendo, devem ser considerados os aspectos objetivos e subjetivos, tendo em vista contribuir para o processo de desenvolvimentos de diversos aspectos constituintes do gênero humano, o que significa levar em conta as condições sócio-históricas que permeiam a vida em suas múltiplas determinações. Esta forma de conceber o ser humano e o processo educativo reflete uma dada concepção de mundo e compromisso político, cujo cerne é a contraposição à perspectiva burguesa de sociedade e, consequentemente, de educação. A educação profissional (EP) tem diante de si o desafio de mudanças, o que requer um trabalho cada vez mais complexo, envolvendo a sociedade, situação que tem gerado demandas em termos de pesquisas, exigindo debate com postura crítica em relação à sua concepção.
Essa formação prepara o ser humano para produzir as condições de reprodução da sua vida e das formas sociais da sua organização. Assim, ele poderá construir o seu modo de vida livremente, tendo autonomia para organizar os modos de existência e sendo responsável pelas suas ações, tornando-se um ser humano ético. A perspectiva emancipatória da educação, profundamente influenciada pelo pensamento crítico de Paulo Freire, bell hooks, Henry Giroux e outros pedagogos críticos, compreende o processo educativo como uma ferramenta poderosa de libertação individual e coletiva. Sim, a ludicidade deve ser uma prioridade no trabalho com os alunos por meio dela, as crianças tem interesse em estar no ambiente escolar e aprendem com mais facilidade. As atividades lúdicas auxiliam na aprendizagem, pois desenvolve a linguagem oral, a atenção, o raciocínio e a habilidade de manuseio por isso desenvolve a imaginação e a criatividade.
Hank (2006, p. 2) esclarece que oferecer um ambiente rico e variado estimulam os sentidos e os sentidos são essenciais no desenvolvimento do ser humano. A sensação de segurança e confiança é indispensável visto que mexe com o aspecto emocional da criança. O ensino absorvido de maneira lúdica passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador (CARVALHO, 2003, p. 28). A Educação infantil e o lúdico se completam, pois o brincar está diretamente ligado à criança, porque o brincar desenvolve os músculos, a mente, a sociabilidade, a coordenação motora e além de tudo deixa qualquer criança feliz (MALUF, 2003, p.19). A sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio (ALMEIDA, 2008, p.41).
Nossa ferramenta usa nosso banco de dados para gerar conteúdos rápidos e personalizados. Antônio Gramsci, na obra “Os Intelectuais e Organização da Cultura” (1989), aborda a realidade de seu período histórico, especialmente na Europa, e propõe a formação do intelectual orgânico, ou seja, o intelectual formado em sua própria realidade. Para tanto, considera a crise do modelo educacional vigente e visualiza uma nova proposta de escola, ou seja, a escola única. […] registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos impressos, como livros, artigos, teses etc. Utilizam-se dados de categorias teóricas já trabalhadas por outros pesquisadores e devidamente registrados.
Por exemplo, Moreira e David [11] criticam a ideia dominante de que, “fora da organização lógico-formal-dedutiva, o conhecimento matemático torna-se um amontoado de fatos dispersos, sem conexões e, portanto, sem o formato de uma teoria” (p. 59). Esses autores prosseguem observando que, segundo essa concepção, os valores conceituais e estéticos da matemática científica seriam suficientes para garantir um estatuto teórico-científico à formação fornecida nos cursos de licenciatura em matemática. A construção de currículos de cursos de licenciatura em matemática não pode deixar de levar em conta resultados de pesquisa, como os citados anteriormente – e envolve a reflexão sobre questões muito mais básicas, tais como para que escola se pretende formar professores, o que tem sido e o que pode ser essa escola. reconhecida pelo mec Ainda que essas questões possam parecer evidentes, envolvem concepções radicalmente diferentes, que podem implicar em formas radicalmente diferentes de formar professores.
Através dele a criança desenvolve sua capacidade de explorar, refletir e imaginar os conteúdos e adquirir conhecimento necessário para uma aprendizagem significativa. O lúdico contribui no desenvolvimento da criança e auxilia na aprendizagem, no desenvolvimento social, cultural e pessoal, assim proporciona a socialização e a aquisição do conhecimento. Compreende-se que ao trabalhar o imaginário da criança na educação infantil o lúdico desenvolve a criatividade através dos objetos pré-dispostos de maneira intencional.